A Caio Bonfim recorde meia maratona já virou assunto sério e, atualmente, com motivo de sobra. Afinal, o brasileiro começou a temporada internacional com o pé no acelerador e colocou o cronômetro “em modo respeito”. Assim, no Campeonato Japonês de Meia Maratona, em Kobe, ele completou os 21,097.5 km em 1h21min44 e, portanto, registrou novo recorde brasileiro e sul-americano na distância.
E, além disso, tem um detalhe que muda o jogo: essa prova vai entrar no programa olímpico de Los Angeles 2028. Ou seja, Caio não só foi rápido ele foi estratégico. E, convenhamos, quando o atleta já chega quebrando recorde, o resto do circuito olha e pensa: “ok, hoje não vai ter passeio”.
Recorde em Kobe: por que a marca pesa tanto
Primeiramente, vale entender o contexto: a competição é nacional, então, embora estrangeiros alinhem, o resultado oficial prioriza atletas japoneses. Contudo, o que realmente importa é o tempo e, inegavelmente, 1h21min44 fala alto.
Caio comemorou o desempenho e destacou o nível do evento. Então, ele saiu de Kobe com confiança, ritmo e, sobretudo, um recado: a preparação está no caminho certo. Ademais, a marca chega num momento em que a marcha ajusta o “mapa” das distâncias, e ele parece já ter encontrado a rota mais curta para a elite.
Temporada 2026 no radar: China agora, Brasília depois
Enquanto muita gente ainda está “aquecendo o motor”, Caio já aponta o próximo alvo. Ele segue na Ásia e, posteriormente, disputa uma etapa importante na China em 01/03. Assim, a agenda não dá trégua mas, certamente, isso faz parte do plano.
No entanto, o grande objetivo do ano é um só: o Mundial por Equipes de 2026, em Brasília (12/04). E aí entra o tempero especial: Caio mora e treina no DF, então ele vai competir praticamente “no quintal de casa”. Logo, o Brasil terá um evento histórico na marcha, e ele quer transformar esse palco em combustível.
Anteriormente, antes de embarcar, Caio já mostrou força no circuito brasileiro. Ele conquistou mais um título da Copa Brasil e testou o mesmo percurso que receberá o Mundial. Portanto, ele chega com referência real do trajeto e isso, para quem busca precisão, é ouro.
E, embora a temporada peça adaptação a clima, fuso e alimentação, a avaliação técnica veio positiva. A comissão comemorou o fato de ele completar a prova “limpo”, sem faltas. Enfim: quando a técnica encaixa com o relógio, o resultado aparece.
Caio Bonfim recorde meia maratona não é só manchete: é sinal. E, se a marcha tivesse botão de “atualizar”, ele apertou com força (e sem travar o app).
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