Se você abriu o WTT e se perguntou queda do Calderano, você não está sozinho. Afinal, quando um atleta do tamanho do Hugo começa a cair cedo em torneios grandes, o barulho vem junto. Atualmente, ele segue como referência, mas as eliminações recentes viraram um “sinal amarelo” daqueles que não param o trânsito, porém pedem atenção.
Queda do Calderano: o que aconteceu nas eliminações recentes?
Primeiramente, a estreia de 2026 já trouxe um jogo duro: WTT Champions Doha 2026, eliminação na primeira rodada para o alemão Dimitrij Ovtcharov. Ou seja, não foi derrota simples: foi partida apertada, mas que encerra campanha cedo.
Além disso, no WTT Finals Hong Kong 2025, a sequência também não ajudou:
- Duplas: eliminação para a dupla asiática Lim/Shin (não foi para chineses). Assim, a queda veio de forma direta e sem margem para reação.
- Individual: derrota para o francês Félix Lebrun, que vive fase excelente. Portanto, a partida exigiu muito e cobrou caro nos momentos decisivos.
Anteriormente, no WTT Champions Frankfurt 2025, Calderano perdeu no individual para Simon Gauzy. Contudo, esse tipo de tropeço no WTT costuma doer mais, porque o formato é implacável: vacilou um set, e a porta de saída já fica aberta.
Queda do Calderano e o ranking WTT: por que ele ainda é 3º?
Aqui mora a parte interessante: mesmo com a “queda do Calderano” nas últimas aparições, o ranking ainda coloca Hugo em 3º lugar geral. Entretanto, o “colchão” diminuiu. Ele está seguido de perto, e isso muda o clima: qualquer resultado abaixo do esperado pode custar posições.
Top 5 (Masculino – pontos)
- Wang Chuqin — 9925
- Lin Shidong — 7425
- Hugo Calderano — 6050
- Tomokazu Harimoto — 5950
- Truls Möregårdh — 5715
Ou seja: são apenas 100 pontos de diferença para o 4º. Logo, a disputa virou xadrez em alta velocidade: um torneio ruim derruba, um torneio grande bom recupera.
Queda do Calderano nos números: o que muda quando a fase oscila?
Quando a gente fala em queda do Calderano, o torcedor pensa em “perdeu a mão”. Mas, na prática, geralmente é outra coisa: oscilação em jogos-chave. Assim, o que antes virava vitória no 5º set, agora vira derrota no detalhe.
- Em fases melhores, ele costuma manter sequências mais longas de vitórias e sofre menos “quedas precoces”.
- Já nessa fase recente, ele enfrenta rivais fortíssimos cedo e, além disso, perde partidas apertadas que mexem com confiança e ritmo.
Portanto, não parece falta de nível. Parece uma combinação de: chave dura, rivais em ascensão e margem mínima para erro.
Idade e o pelotão da frente: por que a pressão aumentou?
Calderano tem 29 anos, o que é plenamente competitivo. Entretanto, vários rivais diretos do topo são mais jovens e chegam “voando” jogo após jogo. Assim, o circuito cobra constância quase perfeita, sobretudo porque a nova geração joga com intensidade absurda.
- Wang Chuqin (25)
- Lin Shidong (20)
- Harimoto (22)
- Möregårdh (23)
- Calderano (29)
Ou seja, a concorrência acelera a cada mês. Todavia, experiência também pesa e, inclusive, pode virar o diferencial em ajustes de temporada.

Queda do Calderano é crise ou só ajuste de rota?
A pergunta que vale ouro: queda do Calderano é crise? Certamente, ainda não dá para cravar isso. Afinal, ele segue no Top 3 e continua enfrentando a elite. Contudo, o recado é claro: a margem ficou curta, e o ranking já sente qualquer tropeço.
Então, o cenário é simples e direto:
- Se ele encaixar uma campanha grande, ele estabiliza e ganha moral.
- Se repetir eliminações cedo, ele pode cair algumas posições rapidamente.
Enfim: não é “fim de linha”. É o tipo de fase que pede ajuste fino e, principalmente, vitórias em jogos de 50/50.
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