Primeiramente, as Olimpíadas de Inverno 2026 entregaram tudo: recordes, zebra, emoção e, enfim, um pódio que pareceu “alugado” pela Noruega. Além disso, o Brasil viveu um capítulo histórico, porque o país finalmente entrou no quadro de medalhas e entrou pela porta da frente, com ouro.
Noruega, o grande vencedor em Milão-Cortina
Atualmente, se a regra era “ganhar”, a Noruega respondeu “sim” com sotaque e precisão cirúrgica: liderou o quadro com 18 ouros e 41 medalhas no total. Portanto, além de vencer por ouro, venceu também por volume ou seja, foi o pacote completo. Enquanto isso, os Estados Unidos terminaram em segundo com 12 ouros e 33 medalhas, e a Itália fechou forte, com 10 ouros e 30 medalhas.
Contudo, o que realmente virou manchete foi o “modo trator” de Johannes Høsflot Klæbo. Ele ganhou seis ouros no cross-country em Milão-Cortina e, assim, cravou uma das atuações mais dominantes da história recente dos Jogos. Inegalavelmente, ele virou o cara a ser perseguido e não só na pista.

Além disso, as Olimpíadas de Inverno 2026 tiveram outros “colecionadores” de medalhas para ficar de olho:
- Jordan Stolz: ganhou dois ouros e uma prata na patinação de velocidade e, portanto, saiu como um dos rostos da campanha americana.
- Eileen Gu: levou o ouro no halfpipe e chegou ao recorde de seis medalhas olímpicas no freestyle, o que é absurdamente grande (e, sim, o currículo dela já cabe em um snowboard).
- Johannes Lochner: também brilhou, conquistando o segundo ouro dele nos Jogos no bobsled, enquanto isso a Alemanha manteve a tradição de “voar” no gelo.
E, inesperadamente, a maior notícia brasileira veio na neve: Lucas Pinheiro Braathen ganhou o ouro no slalom gigante, garantindo o primeiro ouro (e primeira medalha) do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. Ademais, o Brasil fechou a competição na 19ª posição do quadro melhor campanha da história do país.

Melhores posições do Brasil em 2026 (destaques):
- Lucas Pinheiro Braathen: ouro no slalom gigante (esqui alpino).
- Nicole Silveira: 11ª no skeleton (top-12 gigante!).
- Pat Burgener: 14º no snowboard halfpipe.
- Augustinho Teixeira: 19º no snowboard halfpipe.
- Edson Bindilatti (bobsled 4-man): 19º, fechando no top-20.
Os maiores vencedores das últimas 5 Olimpíadas de Inverno
Agora, voltando um pouco no tempo, dá para ver um padrão bem claro: a Noruega virou presença fixa no topo. Contudo, em algumas edições, o “campeão de ouros” não foi o mesmo “campeão de total”, então vale separar.
- Beijing 2022: Noruega liderou em ouros (16) e em total (37).
- PyeongChang 2018: ouros ficaram empatados entre Noruega (14) e Alemanha (14); já o total foi da Noruega (39).
- Sochi 2014: Noruega terminou como líder em ouros (11), enquanto a Rússia liderou o total (29) (com ajustes pós-competição considerados).
- Vancouver 2010: Canadá liderou em ouros (14), mas os EUA lideraram o total (37).
- Turim 2006: Alemanha liderou em ouros (11) e em total (29).
Portanto, quando você junta 2022 + 2026, fica ainda mais nítido: a Noruega não “participa” ela chega para mandar na montanha.
Leia também (CartolaNews): Ouro brasileiro no inverno: Lucas Pinheiro é ouro
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