O Mundial de Tênis de Mesa começou com boas notícias para o Brasil. Afinal, a seleção brasileira estreou em Londres, na Inglaterra, com vitórias importantes nas equipes masculina e feminina. Além disso, Hugo Calderano e Bruna Takahashi confirmaram o favoritismo e lideraram o país em um primeiro dia de muita intensidade.
Primeiramente, no masculino, Hugo Calderano mostrou por que é a principal referência brasileira na modalidade. Atualmente número 5 do ranking mundial, o carioca venceu o porto-riquenho Steven Moreno por 3 sets a 0, com parciais de 11/4, 11/6 e 11/5. Posteriormente, Calderano voltou à mesa e derrotou Ángel Naranjo também por 3 a 0, garantindo peso decisivo para o Brasil no confronto contra Porto Rico.
Contudo, o duelo masculino teve emoção. Leonardo Iizuka foi superado por Ángel Naranjo por 3 a 1. Em seguida, Guilherme Teodoro reagiu bem e venceu Enrique Rios de virada por 3 a 1. Assim, Calderano precisou retornar para fechar o confronto. E fechou como quem diz: “deixa comigo que a raquete está afiada”.
No feminino, Bruna Takahashi também começou com autoridade. A número 23 do ranking mundial venceu a cazaque Sarvinoz Mirkadirova por 3 sets a 0, com parciais de 11/0, 13/11 e 11/7. Posteriormente, após derrota de Giulia Takahashi para Zauresh Akasheva e vitória de Laura Watanabe sobre Zhanerke Koshkumbayeva, Bruna voltou à mesa e fez 3 a 1 contra Akasheva. Portanto, o Brasil também largou forte entre as mulheres.

Brasil mostra força no Mundial de Tênis de Mesa por equipes
O Mundial de Tênis de Mesa reúne seleções masculinas e femininas em formato por equipes. Cada confronto segue uma ordem baseada no ranking interno de cada país. Assim, o primeiro atleta enfrenta o segundo adversário, o segundo encara o primeiro rival, e os terceiros se enfrentam. Se necessário, o quarto jogo coloca os principais nomes frente a frente, enquanto o quinto reúne os segundos jogadores de cada equipe.
Na equipe masculina, o Brasil conta com Hugo Calderano, Leonardo Iizuka, Guilherme Teodoro e Felipe Doti Arado. Já no feminino, a seleção tem Bruna Takahashi, Giulia Takahashi, Laura Watanabe e Victoria Strassbourger. Ou seja, o país chega com líderes fortes e uma base jovem que pode ganhar muita casca internacional nesta competição.
Além disso, o calendário brasileiro segue movimentado. O time feminino enfrenta a Tchéquia no dia 29/04, às 13h, e depois encara a Mongólia no dia 30/04, também às 13h. Enquanto isso, o masculino joga contra a Hungria em 29/04, às 15h30, e pega o Uzbequistão em 30/04, às 15h30.
Últimos campeões e recordes do Mundial por equipes
Inegavelmente, o Mundial por equipes tem uma dona histórica no masculino: a China. A seleção chinesa soma 23 títulos mundiais masculinos por equipes, recorde alcançado entre 1961 e 2024. Além disso, a competição masculina por equipes também é conhecida como Swaythling Cup e existe desde 1926.
Últimos 5 campeões masculinos por equipes
| Ano | Campeão | Vice | Final |
|---|---|---|---|
| 2024 | China | França | China 3 x 0 França |
| 2022 | China | Alemanha | China 3 x 0 Alemanha |
| 2018 | China | Alemanha | China 3 x 0 Alemanha |
| 2016 | China | Japão | China campeã |
| 2014 | China | Alemanha | China campeã |
A China venceu a final masculina de 2024 contra a França por 3 a 0 e chegou ao 23º título. Anteriormente, em 2018, também bateu a Alemanha por 3 a 0. Em 2014, igualmente, os chineses superaram os alemães e mantiveram sua hegemonia.
No feminino, o domínio também impressiona. A China soma 23 títulos mundiais por equipes femininas, marca consolidada com a vitória por 3 a 2 sobre o Japão em 2024. Portanto, o Mundial de Londres coloca todos contra uma potência quase “chefão de fase final”.
Foco nos próximos jogos do Mundial de Tênis de Mesa
Ainda assim, o Brasil chega com ambição. Embora China, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha e Suécia apareçam como forças tradicionais, o crescimento de Calderano e Bruna coloca o país em outro nível. Sobretudo porque ambos já provaram que podem competir com atletas do topo mundial.
Calderano, principalmente, entra no torneio como símbolo dessa virada brasileira. Ele não apenas vence jogos; ele muda a expectativa. Antes, o Brasil sonhava em incomodar. Atualmente, o Brasil entra para competir. E, convenhamos, isso já deixa qualquer adversário com a mão um pouco mais pesada no saque.
Bruna Takahashi, por sua vez, sustenta a liderança feminina com regularidade. Além disso, a presença de Giulia Takahashi, Laura Watanabe e Victoria Strassbourger fortalece uma equipe que pode crescer rodada após rodada. Logo, cada confronto vale experiência, confiança e posição na caminhada por uma campanha histórica.

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